ERASTO GURGEL BANHOS viveu intensa e alegremente de 1919 a 1991. Meus agradecimentos especiais à D. Odete (viúva) e aos filh@s Celia, Nice, Vavá e Eliton Banhos que, amorosamente, cederam material e depoimentos valiosos para o blog.
O blog é em homenagem à vida e à obra deste grande ser humano que há 20 anos foi brincar em outras paragens, à beira d'água. Viva o Palhaço Alecrim, Viva Erasto Banhos, sempre!!!

domingo, 16 de janeiro de 2011

Erasto Banhos e o Palácio dos Bares na Condor

foto : http://zecarlosdopv.blogspot.com/2009/02/bar-da-condor.html
Erasto Banhos foi apresentador oficial no Palácio dos Bares, no bairro da Condor, em Belém do Pará. Trabalhou por lá até conseguir viver apenas daquilo que ele mais gostava na vida: alegrar crianças, como o Palhaço Alecrim.  


Abaixo, trechos extraídos de jornais (não identificados) da época do falecimento de Alecrim, relembrando um pouco sobre sua atuação na Condor:



Morre Erasto Gurgel Banhos, o palhaço Alecrim

O sucesso alcançado nos programas, novelas e shows na TV Marajoara era compartilhado pela atuação de "Alecrim" como apresentador oficial no Palácio dos Bares, onde, no meio dos amigos e admiradores, ele comandava a animação. Também no Palácio dos Bares as qualidades profissionais e humanas de "Alecrim" o credenciaram para a empatia que teve no bairro da Condor, principal reduto da boemia belemense na década de 60.




"Alecrim" está morto
Erasto, durante muito tempo, era década de 60, animava as noites do Palácio dos Bares, quando a casa estava no auge. Popular entre os boêmios, representava papel bem diferente daquele que encarnava como "Alecrim", personagem inteiramente dedicado às crianças.




Também publico aqui a citação feita no blog do jornalista Lucio Flavio Pinto, disponível em http://www.lucioflaviopinto.com.br/?p=557:



Correção

Palhaços invertidos. Erastos Banhos era o Arlequim insosso da dupla, que só pegava tempero à noite, quando animava os bailes nada inocentes do Palácio dos Bares, boate-Condor. Saudava os personagens que se encontrava amesendados na casa, inclusive o presidente da UECSP, que, fora dos limites da república da pândega, era caçado pelas autoridades da segurança pública do novo regime militar. Citado, o subversivo se levantava e cumprimentava todos os presentes, recebendo uma salva de palmas. Ali dentro, não - ou ainda não, antes que as últimas luzes fossem apagadas no fim do túnel comprido. Era espetáculo circense avant-la-lèttre. Já no circo da TV Marajoara, quem fazia rir era o Nequinho. Mas só as crianças, é claro.
LFP @ dezembro 15, 2008

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